segunda-feira, 27 de junho de 2011
Diário de Bordo: Afogar as Saudades II
Pensamento do Dia
Anais Nin
sábado, 25 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Aqueles Que Ensinam
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Jornalismo ou Sensacionalismo?
terça-feira, 21 de junho de 2011
O Dia Mais Longo
segunda-feira, 20 de junho de 2011
The Eternal Sunshine Of The Spotless Mind
Qualquer pessoa que já tenha visto este filme, terá ficado marcada pelo original argumento com que somos presenteados.
Basicamente, a premissa do filme resume-se à capacidade de conseguirmos apagar do nosso cérebro memórias que nos incomodam. Esta ideia é altamente controversa e interessante.
Até que ponto conhecemos o cérebro humano para que consigamos alterar a sua composição no que às memórias diz respeito? Será que algum dia o conseguiremos fazer?
Até que ponto é positivo ou útil apagar memórias que fazem parte da pessoa que somos hoje?
Será que conseguiríamos criar uma sociedade melhor?
Questões deveras interessantes.
Interessante também é esta ideia de (nas palavras duma amiga minha) “ON/OFF”, como se tivéssemos um botão cerebral que poderemos desligar a qualquer momento, controlando as nossas próprias sensações, emoções, memórias e sentimentos. Quantos de nós já não desejámos conseguir controlar o que pensamos ou sentimos, como se de um gadget nos tratássemos? (Se estiver interessado em ler mais sobre os mecanismos do cérebro recomendo vivamente a leitura dos volumes do Professor António Damásio, nomeadamente O Sentimento de Si.)
Quanto a este filme, uma belíssima e interessante composição, com interpretações bastante sólidas dum vasto e talentoso leque de actores.







