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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

The End Of A Wonderful Journey



On bended knee is no way to be free
Lifting up an empty cup, I ask silently
All my destinations will accept the one that's me
So I can breathe...

Circles they grow and they swallow people whole
Half their lives they say goodnight to wives they'll never know
A mind full of questions, and a teacher in my soul
And so it goes...

Don't come closer or I'll have to go
Holding me like gravity are places that pull
If ever there was someone to keep me at home
It would be you...

Everyone I come across, in cages they bought
They think of me and my wandering, but I'm never what they thought
I've got my indignation, but I'm pure in all my thoughts
I'm alive...

Wind in my hair, I feel part of everywhere
Underneath my being is a road that disappeared
Late at night I hear the trees, they're singing with the dead
Overhead...

Leave it to me as I find a way to be
Consider me a satellite, forever orbiting
I knew all the rules, but the rules did not know me
Guaranteed

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ho Chi Min City

Motas aos milhares atravessam as ruas de Ho Chi Min, numa sintonia perfeita e milimétrica com os peões ou restantes veículos.
A terra do rio Mekong é, à semelhança dos países vizinhos, dum verde vibrante que invade o olhar a cada relance.
O rio, apesar da chuva característica desta época, mantém a sua imponência e o seu movimento.
Relativamente perto da cidade é possível visitar os Cu Chi Tunnels, verdadeiras cidades subterraneas utilizadas durante a guerra. Para alem destes dois passeios é possível realizar qualquer outro, bastando para isso contactar qualquer um dos inúmeros agentes de viagem que povoam a cidade. Salienta-se apenas que as distancias aqui são bastante diferentes daquilo que consideramos perto, demorando cerca de 3h para percorrer 150 a 200km.
Respira-se um certo american style na cidade, sobretudo no estilo das fachadas.
Um lugar interessante e cheio da imparável energia que caracteriza o formigueiro das cidades do Oriente.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sempre Bom Recordar...

Lost in Translation

Há sempre algo que se perde nas traduções. Dominar os idiomas é um grande dom. Apesar de expressões universais, há sempre pormenores que escapam na passagem dum para outro idioma. 
Recordo a pelicula com este nome de Sofia Coppola (que vi apenas uma vez no cinema e do qual não ficou o enamoramento que sentia pelo seu filme anterior). Talvez porque, nesse filme, como em muito na vida, há algo subjacente que fica por dizer e o silencio (tal como o sao com mais frequencia as palavras) também pode ser cruel.

The Killing Fields

Mais um lugar, testemunha das enormes aberrações que os seres humanos infligem uns aos outros. Espécie estranha esta que não se cansa de perseguir e chacinar o seu semelhante. Alemanha, Uganda, Cambodja ou Ruanda, são apenas alguns dos exemplos mais recentes. Quem diria agora que a passividade deste jardim, o sossego destas arvores, testemunharam alguns dos actos mais atrozes de que há memória. Ate mesmo a imponência das arvores foi usada como arma de destruição de vidas. Abominável.
Fica um momento de reflexão sobre estes actos e todas as vidas que aqui foram ceifadas. Será o poder assim tão importante? Será que temos uma necessidade intrínseca de destruir e arruinar a vida que nos rodeia, em prol de ilusões? 

Angkor Wat

Um dos locais mais fascinantes em que já estive. Vestígio duma civilização poderosa e enigmática, este local é frequentemente associado ao filme tomb raider. O meu filme de referencia para este local é, sem duvida, in the mood for love de Wong Kar Wai.

In The Mood For Love é um daqueles filmes que persistem na memória, quer pelas belíssimas imagens, quer pela estimulante banda-sonora, quer pela atípica história de amor.

In The Mood For Love é um estado de espírito que simultaneamente é corajoso (de alguém que quer e está disposto a arriscar, porque amar é a forma última de redenção) e vulnerável (porque quem está disposto a entregar a alma, arrisca-se a perder a única coisa preciosa que tem).

A maneira do oriente aceitar a vida e cada episódio que sucede duma maneira serena e com uma tranquilidade superior, são objecto de admiração e reflectem a ordem e harmonia com que vêm a vida e os elementos. Este aspecto é particularmente notório na belíssima sequência final quando em Angkor Wat ele faz daquelas paredes um túmulo de segredos e lá deposita o seu coração.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Time To Close

Nham!!!

Experiência deveras interessante a prova de insectos... Logo que possivel um vídeo a (com)provar.

How much?

É uma das frases mais ouvidas nesta cidade, em que consumismo desenfreado convive lado a lado com meditação e despojamento.

Pensamento do Dia

Estou mesmo viciada em agua de côco geladinha.

domingo, 21 de agosto de 2011

Massagem Tailandesa

Há casas de massagens a cada passo. Há para todos os gostos, desde a vigorosa thai massage ate a clássica e sempre saborosa massagem nos pés. Esta modalidade, para alem de muito divulgada, é bastante acessível, sendo que cada massagem aos pés (com a duração de meia-hora) custa o equivalente a cerca de 2euros. A melhor maneira de terminar, mais um intenso dia, em que os pés pedem (ou desesperam) por um mimo.

PING PONG Show

Desengane-se quem pensa que se trata duma efectiva partida de PiING PONG. Este show é bem mais particular do que isso. Desde fumar, escrever, abrir garrafas de coca-cola ate expelir bananas, fitas ou líquidos anteriormente aglutinados: tudo pode ser testemunhado pela audiência. O expoente máximo é o final em que o público é brindado com algo mais convencional, mas digno de verdadeiros ginastas. Um espectáculo interessante, surreal e estranho, apenas possível de presenciar em alguns locais do mundo.

Chatuchak Market

Chatuchak market: aos sábados e domingos este curioso e variado mercado pode oferecer quase tudo. Desde insectos com fins gastronómicos até às mais originais pecas de decoração, passando por roupa e acessórios. Uma maneira divertida (porém estafante) maneira de passar o sábado.

Vistos: Cambodja e Vietname

Voltando aos vistos, conforme referi antes, decidimos tratar dos de Camboja e Vietname cá. O de Camboja, supostamente, pode ser feito on arrival (depois confirmo) e custa cerca de 25 dólares americanos. O do Vietname tratamos ca. Com tres dias de intervalo custa cerca de 3000bah; de um dia para o outro custa cerca de 4000bah. A particularidade deste visto é que eles só deixam entrar no pais a partir da data de entrada que se coloca no visto e os 30 dias de visto começam a contar a partir dessa data, mesmo que a pessoa entre no país após a data referida.

sábado, 20 de agosto de 2011

Sitting Budha

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=2267726086150&set=a.2265088420210.128418.1038503258&type=1&theater

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A Estrada da Fé

As religiões são algo fascinante. Como afirmou Gandhi, no fundo são caminhos diferentes que levam ao mesmo sítio: a fé, o amor, a paz interior.
Ao percorrer os inúmeros templos desta cidade não posso deixar de me debruçar sobre a religião onde nasci e os respectivos locais de culto. Onde nasci respira-se sofrimento, como caminho para a libertação. É árduo o caminho da redenção, certeza esta visível - sobretudo - na expressão das estatuas. Por ca, transpira uma paz e serenidade. Tal é visível nas imagens de meditação que nos rodeiam, exprimido - sobretudo - num olhar de reflexão interior das estatuas, um olhar debruçado sobre do próprio.
Apesar dessas diferenças há algo inegável que as une: a fé.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

The New World

Uma mae e sempre uma mae: aqui ou do outro lado do mundo, querera sempre o melhor para o seu rebento, colocara a seguranca dele sempre a frente da sua.
Tal como o dinheiro subjuga todos: ocidentais e orientais (todos escravos do consumismo), somos parecidos, similares; quase iguais.
Achamos que as respostas que procuramos estarao do outro lado do mundo, no exotismo de outras civilizacoes, na crenca de outros povos, nas palavras de outras gentes; mas as respostas estao connosco, estao sempre dentro de nos. Mas e tao dificil escutarmos o silencio no frenesim que nos rodeia. E tao dificil conseguirmos chegar as profundezas, quando ha uma enorme agitacao que nos puxa para o ruido.
Um novo mundo pode ser a oportunidade do despertar para uma parte de nos, porque (ja o disse antes) ao viajarmos por outros locais viajamos tambem por nos proprios.
Este aspecto e contraditorio com o anterior, mas e nesta dicotomia que esta a resposta.




Hello Bangkok

Luzes, sons, gente! Meia-noite e parece meio da tarde... Lojas de massagens e saloes de beleza ombreiam com bares e restaurantes e estao tao ou mais pululados do que os primeiros. Uma vida incrivel, cidade carregada de movimento.
Apesar da chuva respira-se energia e ferias pelas ruas, junto ao nosso adoravel hostel (nap park, para quem estiver interessado em vir ca e ficar numa das principais zonas).
Mais do que em Las Vegas, ou ate mesmo Nova Iorque, ha a sensacao de que estamos no centro do mundo.
Brutal!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Alvida India

A chuva brinda-nos ao despedirmos-nos da Índia. Levamos connosco cheiros, sabores, sons: pedaços dum mundo místico, completamente diferente da realidade que sempre havíamos conhecido. Este pais trata-se dum continente, quer pela sua dimensão, quer por todo o modo de vida adoptado, simultaneamente tão longe e tão perto do nosso. Creio que o que torna a Índia tão especial e a maneira como abraça todos os credos e estilos de vida, permitindo que tudo e todos florescam de forma natural. Jamais esquecerei a enternecedora maneira como fomos recebidas em casa da Garima, por toda a sua família. Foi uma experiência maravilhosa poder privar com seres humanos tão generosos e simpáticos. Obrigada! Fica a promessa e a vontade de voltar para ir conhecer as cidades que ficaram pelo caminho, nomeadamente Amritsar e Varanasi e, claro, o Sul deste grandioso pais.
Phir milenge!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Misticismo da Musica

Como referi anteriormente, o poder da musica e inegavel e inacreditavel, para quem a toma por apenas um conjunto de sons.
Para alem de conseguir provocar os mais diversos estados de espirito, a musica tem o dom de nos transportar para outras epocas.
O que fica, sobretudo, desta viagem, sao os sons carregados de misticismo que se escutam por todo o lado. Desde encantadores de cobras a musica classica indiana, estas melodias preenchem-nos o espirito e fazem-nos sentir mais proximas dos marajas e toda a grandiosidade dos locais que testemunhamos.
A musica acompanhar-nos-a e sempre que ouvirmos estes acordes, voaremos de imediato para o exotismo destas paragens.