quinta-feira, 29 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Big Fish
Este é um daqueles filmes que nos fazem acreditar. Acreditar em sonhos, acreditar em milagres, acreditar na alegria, acreditar que tudo é possível, acreditar que o que almejamos apenas de nós depende e da nossa maneira de ver as coisas.
Podemos ser o que quisermos, como quisermos, onde quisermos, quando quisermos.
Não há limites para a imaginação. A criatividade ajuda-nos a tornar as coisas como queremos que elas sejam.
É um filme cheio de força e fantasia. Um filme positivo sobre pessoas, as relações entre pessoas, nomeadamente as relações entre familiares, sobre o sentido da vida, sobre cada um dos momentos únicos, especiais e irrepetíveis que nos preenchem. É um filme de histórias.
Gabriel Garcia Marquez começa a sua autobiografia dizendo: “ A vida não é a que cada um viveu, mas a que recorda e como recorda para contá-la.”
E a maneira como a vida é contada neste filme é verdadeiramente inspiradora!
Podemos ser o que quisermos, como quisermos, onde quisermos, quando quisermos.
Não há limites para a imaginação. A criatividade ajuda-nos a tornar as coisas como queremos que elas sejam.
É um filme cheio de força e fantasia. Um filme positivo sobre pessoas, as relações entre pessoas, nomeadamente as relações entre familiares, sobre o sentido da vida, sobre cada um dos momentos únicos, especiais e irrepetíveis que nos preenchem. É um filme de histórias.
Gabriel Garcia Marquez começa a sua autobiografia dizendo: “ A vida não é a que cada um viveu, mas a que recorda e como recorda para contá-la.”
E a maneira como a vida é contada neste filme é verdadeiramente inspiradora!
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Chinela no Cinema
Diálogos
Mr. Black: Why does everybody feel so lonely?
Mr. White: That’s just like the Euromillions. I wish I knew the answer!
Mr. Red: People think too must. They should live more.
Mr. White: That’s just like the Euromillions. I wish I knew the answer!
Mr. Red: People think too must. They should live more.
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Chinela a Divagar
The American History X
The American History X. You have to say it out loud: The American History X!
Um filme sobre o racismo, a xenofobia, o preconceito, os pressupostos, a ignorância.
“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Este filme espelha bem esse conceito de Einstein.
Há determinados sentimentos que nos são incutidos de pequeninos de forma muito subtil e até mesmo inconsciente. Ficam tão intrinsecamente implementados que temos determinadas sensações ou pensamentos quando ocorrem situações particulares ou nos deparamos com algo ou alguém que nos desperta essas emoções.
Muita gente odeia (ou diz que odeia) franceses, alemães, espanhóis, chineses, coreanos, ciganos, etc etc etc.
Efectivamente, desde os atentados do 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque que muitas pessoas olham os árabes ou as pessoas de feições árabes de outra forma e inconscientemente sentem medo se vêem alguém que aparente uma dessas etnias. Com o boom chinês e a crise económica, o sentimento geral em relação aos chineses ou à aparência asiática, é negativo.
Eu odeio a falta de civismo. Odeio a ignorância. Odeio a intolerância. É difícil tentar abrir a mente de alguém. É difícil porque a pessoa tem de querer ter a mente aberta estendendo o olhar mais além.
Escutar os outros e tentar olhá-los com a visão límpida de que cada caso é um caso… É difícil mas generalizar não é solução. Temos de ver as pessoas por aquilo que elas são e não pela profissão que têm ou pelo seu aspecto.
Este é um daqueles filmes que nos faz reflectir sobre tudo isso e essencialmente sobre olhar mais além as pessoas que nos rodeiam libertando-nos de qualquer ideia pré-concebida.
Um filme sobre o racismo, a xenofobia, o preconceito, os pressupostos, a ignorância.
“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Este filme espelha bem esse conceito de Einstein.
Há determinados sentimentos que nos são incutidos de pequeninos de forma muito subtil e até mesmo inconsciente. Ficam tão intrinsecamente implementados que temos determinadas sensações ou pensamentos quando ocorrem situações particulares ou nos deparamos com algo ou alguém que nos desperta essas emoções.
Muita gente odeia (ou diz que odeia) franceses, alemães, espanhóis, chineses, coreanos, ciganos, etc etc etc.
Efectivamente, desde os atentados do 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque que muitas pessoas olham os árabes ou as pessoas de feições árabes de outra forma e inconscientemente sentem medo se vêem alguém que aparente uma dessas etnias. Com o boom chinês e a crise económica, o sentimento geral em relação aos chineses ou à aparência asiática, é negativo.
Eu odeio a falta de civismo. Odeio a ignorância. Odeio a intolerância. É difícil tentar abrir a mente de alguém. É difícil porque a pessoa tem de querer ter a mente aberta estendendo o olhar mais além.
Escutar os outros e tentar olhá-los com a visão límpida de que cada caso é um caso… É difícil mas generalizar não é solução. Temos de ver as pessoas por aquilo que elas são e não pela profissão que têm ou pelo seu aspecto.
Este é um daqueles filmes que nos faz reflectir sobre tudo isso e essencialmente sobre olhar mais além as pessoas que nos rodeiam libertando-nos de qualquer ideia pré-concebida.
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sábado, 24 de julho de 2010
Inception
O extraordinário nos filmes deste género é que não há limites para os cenários. Não há limites para os cenários porque na mente tudo vale. Tudo pode acontecer. O único limite é a imaginação.
Trata-se dum filme que mostra a extracção ou implante de ideias na mente de alguém. A ideia é vista como a mais poderosa força, porque é da ideia que nasce o nosso eu. É da ideia que surge aquilo em que nos vamos transformar. E a maneira de aceder à fragilidade da mente de alguém com todas as suas possibilidades acessíveis é durante o sono.
O sono é um dos actos mais íntimos do ser humano. O que se passa na nossa mente durante o sono é um fenómeno que designamos por sonhos e dos quais nem sempre nos recordamos. A nossa memória conscientemente pode não se lembrar mas o nosso inconsciente capta as emoções vividas durante o sono e é daí que nasce a premissa deste filme.
Christopher Nolan tem vindo a surpreender desde Memento quer com a sua realização impar, quer com argumentos admiráveis, que no caso de Batman conseguiram reavivar um super Herói há muito esquecido. A par da grandiosa realização temos um leque de actores impecavelmente talhados para os respectivos papéis. DiCaprio prova mais uma vez porque é um dos melhores actores da sua geração. Cottilard mostra que é sem dúvida uma das melhores actrizes actuais. Caine em mais uma parceria com Nolan. Watanabe sempre impecável. E especial atenção a uma incrível Ellen Page.
A ideia subjacente a este filme é uma experiência original ao recôndito universo da mente humana.
Trata-se dum filme que mostra a extracção ou implante de ideias na mente de alguém. A ideia é vista como a mais poderosa força, porque é da ideia que nasce o nosso eu. É da ideia que surge aquilo em que nos vamos transformar. E a maneira de aceder à fragilidade da mente de alguém com todas as suas possibilidades acessíveis é durante o sono.
O sono é um dos actos mais íntimos do ser humano. O que se passa na nossa mente durante o sono é um fenómeno que designamos por sonhos e dos quais nem sempre nos recordamos. A nossa memória conscientemente pode não se lembrar mas o nosso inconsciente capta as emoções vividas durante o sono e é daí que nasce a premissa deste filme.
Christopher Nolan tem vindo a surpreender desde Memento quer com a sua realização impar, quer com argumentos admiráveis, que no caso de Batman conseguiram reavivar um super Herói há muito esquecido. A par da grandiosa realização temos um leque de actores impecavelmente talhados para os respectivos papéis. DiCaprio prova mais uma vez porque é um dos melhores actores da sua geração. Cottilard mostra que é sem dúvida uma das melhores actrizes actuais. Caine em mais uma parceria com Nolan. Watanabe sempre impecável. E especial atenção a uma incrível Ellen Page.
A ideia subjacente a este filme é uma experiência original ao recôndito universo da mente humana.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Filosofia
Uma vez perguntámos à nossa Professora da Primária qual era a melhor coisa que ela tinha feito. Ela respondeu-nos que era o curso. O curso porque é uma coisa que ela fez e já ninguém lhe tira. É o conhecimento adquirido. É algo que fica sempre connosco.
Mais tarde quando tive uma disciplina de nome complicado finalmente compreendi o que isto queria dizer. A importância do conhecimento e a sua irreversibilidade com A Alegoria da Caverna de Platão. Depois de abrirmos os olhos já não há volta a dar. Já não podemos fingir que não vemos. O que outrora era inexistente para a nossa mente é agora claro como água, faz parte de nós.
Hypatia no Ágora quando lhe perguntam em quê que acredita responde: “Eu acredito na filosofia.” Acho que a religião de Hypatia era a incessante busca do conhecimento, a sabedoria!
O conhecimento é precioso. E a melhor maneira de consolidar o conhecimento é questionar tudo o que se nos apresenta como certo. A dúvida leva à descoberta e a descoberta leva ao conhecimento.
Mais tarde quando tive uma disciplina de nome complicado finalmente compreendi o que isto queria dizer. A importância do conhecimento e a sua irreversibilidade com A Alegoria da Caverna de Platão. Depois de abrirmos os olhos já não há volta a dar. Já não podemos fingir que não vemos. O que outrora era inexistente para a nossa mente é agora claro como água, faz parte de nós.
Hypatia no Ágora quando lhe perguntam em quê que acredita responde: “Eu acredito na filosofia.” Acho que a religião de Hypatia era a incessante busca do conhecimento, a sabedoria!
O conhecimento é precioso. E a melhor maneira de consolidar o conhecimento é questionar tudo o que se nos apresenta como certo. A dúvida leva à descoberta e a descoberta leva ao conhecimento.
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Rotundas
Ainda na sequência do post anterior, não poderia deixar uma pequena palavra em honra das rotundas…
Sim as rotundas são o terror!!! Portanto, quem circula na faixa da direita supostamente vai sair na primeira. Quem circula na faixa da esquerda vai contornar a rotunda, conforme demonstrado na figura seguinte:

Percebeu caro condutor anónimo que faz questão de percorrer toda a rotunda pela faixa exterior impedindo sistematicamente a saída dos restantes veículos???
Sim as rotundas são o terror!!! Portanto, quem circula na faixa da direita supostamente vai sair na primeira. Quem circula na faixa da esquerda vai contornar a rotunda, conforme demonstrado na figura seguinte:

Percebeu caro condutor anónimo que faz questão de percorrer toda a rotunda pela faixa exterior impedindo sistematicamente a saída dos restantes veículos???
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Civismo? O que é isso de civismo?
Vivemos num país onde o civismo não é algo que abunda.
Tal é notório em qualquer lugar: nas filas de espera, nos serviços de atendimento, mas é particularmente saliente na estrada.
Na estrada vê-se se realmente há ou não civismo.
E tipicamente, neste pequenino cantinho à beira-mar o civismo é bastante reduzido.
Ora são pessoas que acham que a estrada é toda de Suas Excelências e param em qualquer lugar dificultando ou até mesmo impedindo a circulação dos restantes veículos.
Ora é gente que se coloca na faixa da esquerda (sim aquela via onde é suposto serem feitas as ultrapassagens) e se vão a passear a si próprios e ao seu popó nessa faixa não tendo qualquer consideração por quem vem atrás (sim! Sim! Há mais popós atrás de si!), sendo que muitas vezes o condutor de trás dá uns sinais de luz ou até mesmo buzina e o Senhor da frente ainda se acha cheio de razão prosseguindo tranquilamente o seu passeio.
Ora é gente que não sabe estacionar e dá um toquezinho no carro do lado, da frente e de trás mas acha que um beijinho não é nada, mal se nota e o condutor do veículo estacionado nem vai reparar naquela pequena raspadela que até fica tão bem num carro novinho em folha.
Ora são pessoas que vendo alguém conhecido no carro do lado parece que não descansam até chamarem a atenção do condutor, nem mesmo que para isso chamem a atenção de todo o trânsito ou até mesmo provoquem um acidentezinho porque dessa forma de certeza que o condutor conhecido se vai aperceber da sua presença.
Ora é gente que se mete sorrateiramente numa fila longa como se estivesse mais do que no direito de ocupar aquele lugarzinho (Pois! Pois! E os outros que vêm atrás do sorrateiro que abrandem para o menino entrar na fila!).
E, claro, não podia deixar de falar das pessoas que se acham o Schumacher das estradas excedendo largamente o limite máximo e realizando manobras perigosas como se as vias fossem um filme de acção.
Podia continuar a enumerar mil e uma situações em que não existe qualquer tipo de respeito por um local público que todos partilham. Situações tão ridículas como perigosas. No entanto, percorrendo tantos e tantos quilómetros todos os dias, ainda acho sempre surpreendente quando me aparece um azelha armado em Fangio.
Tal é notório em qualquer lugar: nas filas de espera, nos serviços de atendimento, mas é particularmente saliente na estrada.
Na estrada vê-se se realmente há ou não civismo.
E tipicamente, neste pequenino cantinho à beira-mar o civismo é bastante reduzido.
Ora são pessoas que acham que a estrada é toda de Suas Excelências e param em qualquer lugar dificultando ou até mesmo impedindo a circulação dos restantes veículos.
Ora é gente que se coloca na faixa da esquerda (sim aquela via onde é suposto serem feitas as ultrapassagens) e se vão a passear a si próprios e ao seu popó nessa faixa não tendo qualquer consideração por quem vem atrás (sim! Sim! Há mais popós atrás de si!), sendo que muitas vezes o condutor de trás dá uns sinais de luz ou até mesmo buzina e o Senhor da frente ainda se acha cheio de razão prosseguindo tranquilamente o seu passeio.
Ora é gente que não sabe estacionar e dá um toquezinho no carro do lado, da frente e de trás mas acha que um beijinho não é nada, mal se nota e o condutor do veículo estacionado nem vai reparar naquela pequena raspadela que até fica tão bem num carro novinho em folha.
Ora são pessoas que vendo alguém conhecido no carro do lado parece que não descansam até chamarem a atenção do condutor, nem mesmo que para isso chamem a atenção de todo o trânsito ou até mesmo provoquem um acidentezinho porque dessa forma de certeza que o condutor conhecido se vai aperceber da sua presença.
Ora é gente que se mete sorrateiramente numa fila longa como se estivesse mais do que no direito de ocupar aquele lugarzinho (Pois! Pois! E os outros que vêm atrás do sorrateiro que abrandem para o menino entrar na fila!).
E, claro, não podia deixar de falar das pessoas que se acham o Schumacher das estradas excedendo largamente o limite máximo e realizando manobras perigosas como se as vias fossem um filme de acção.
Podia continuar a enumerar mil e uma situações em que não existe qualquer tipo de respeito por um local público que todos partilham. Situações tão ridículas como perigosas. No entanto, percorrendo tantos e tantos quilómetros todos os dias, ainda acho sempre surpreendente quando me aparece um azelha armado em Fangio.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Diálogos
Mr. Black: How do you trust a liar again?
Mr. White: You don’t.
Mr. White: You don’t.
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